Entrevista Miguel Haddad para Rádio Cidade

Em entrevista à Rádio Cidade nesta sexta-feira (4) conversei com os jornalistas Junior Barranqueiros e Rafael Santos, no programa Bom dia Cidade, sobre o resultado das eleições municipais, as mudanças que estão aprovadas e em aprovação no Congresso, como as 10 medidas contra a corrupção, e o convite do governo norte-americano para participar do seminário GEO-7 sobre processos eleitorais, nos Estados Unidos.

Entrevista em duas partes:






Pronunciamento na tribuna da Câmara

 

"Como é possível que um presidente da república diga que não sabia de nada acerca do desvio de dinheiro público que pode chegar a cem bilhões em sua gestão? Essa é a defesa de Lula ás acusações da Lava Jato!

Em discurso no plenário da Câmara, nesta terça feira (20), denunciei o completo absurdo de mais essa tentativa do PT de enganar a população brasileira."

Miguel Haddad participa de mesa redonda que discute saneamento básico

Como presidente da Subcomissão de Governança Metropolitana, o deputado Miguel Haddad (PSDB/SP), participou nesta terça feira (23) de uma mesa redonda onde debateu, junto com demais parlamentares e representantes do meio, sobre a situação do saneamento básico no Brasil.

Embora seja a 7ª economia mundial, conforme relatório divulgado em 2011 pelo Instituto Trata Brasil, o Brasil está em 112º no quesito saneamento básico. Desde então, como mostram os rankings das cidades brasileiras divulgados recentemente, não ocorreram mudanças significativas no setor.

A falta de esgoto e água tratada é uma das principais causas de mortalidade infantil e deficiência no aproveitamento escolar, uma injustiça na chamada “linha de partida”, que condena contingentes da população nacional, desde a infância, a permanecerem na base da pirâmide social.

Devido à gravidade dos dados nacionais, a reunião discutiu novas formas de financiamento para obras na área e possíveis concessões, que estimulem a participação da iniciativa privada no setor, entre outros tópicos relevantes referentes ao tema.

De acordo com Miguel Haddad “é necessário entender que o saneamento é um item da maior importância no contexto dos aglomerados urbanos. Para avançarmos na universalização do saneamento básico em nosso País precisamos contar com investimentos da iniciativa privada, e para isso, é necessário estabelecer regras claras para essa participação no setor. Em Jundiaí, onde fui prefeito por três vezes, conseguimos tratar 100% do esgoto coletado e temos uma concessão de absoluto sucesso, tanto que a previsão é que o Brasil, no ritmo atual, só atinja qualidade equivalente em 2053. Dados mostram que 20% das moradias em perímetro urbano não tem sequer banheiros”.

Participaram da reunião a diretora da COPASA, Sinara Meirelles; o presidente da COMPESA, Roberto Cavalcanti Tavares; o presidente da SANEPAR, Mounir Chaowiche; o diretor da COPASA, Francisco Eduardo de Queiroz Cançado; diretor da SABESP, Manuelito Pereira Magalhães Júnior; e representantes das empresas Consulting IIC, Infracon Engenharia e Comercio, Conata Engenharia, Elevo Group, Conster Construções e Cosatel Construções Saneamento e Energia.

Programa Reinaldo Basile – Rádio Cidade – 21 de junho de 2016



Entrevista do deputado federal Miguel Haddad concedida para a Rádio Cidade.

Miguel é indicado membro da Comissão de Relações Exteriores

O deputado federal Miguel Haddad (PSDB) foi escolhido para integrar, como membro titular, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), uma das 23 comissões permanentes da Câmara dos Deputados. A decisão se dá dias após o senador José Serra (PSDB) assumir o Ministério das Relações Exteriores e o Itamaraty, o que deverá fortalecer as ações no Congresso, permitindo um trabalho conjunto neste setor.

“Nossa proposta, tendo o Serra como ministro, é trabalharmos juntos, buscando o desenvolvimento do País, com foco especialmente nas exportações e na melhoria do comércio exterior como um todo”, avalia Miguel.

Em seu discurso de posse, Serra apresentou as diretrizes que vão nortear a nova política externa do Brasil. Ele destacou que os esforços serão concentrados em novas negociações para garantir o fortalecimento do País nos cenários interno e externo. “Precisamos e vamos vencer esse atraso e recuperar as oportunidades perdidas. Por isso mesmo, daremos início a um acelerado processo de negociações comerciais para abrir mercado para as nossas exportações e criar emprego para nossos trabalhadores”, afirmou.

A defesa do meio ambiente, incluindo as negociações de clima e desenvolvimento sustentável, e o fortalecimento do Mercosul estão entre as prioridades da nova política externa. “Junto com os demais parceiros, precisamos renovar o Mercosul com o objetivo de fortalecê-lo, antes de mais nada, como zona de livre-comércio.”

Atuação - A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional avalia projetos de lei e tratados internacionais relacionados às áreas de defesa e de política externa brasileiras, além da organização de discussões com a participação de autoridades civis e militares, especialistas e sociedade civil. A equipe estará reunida já no próximo dia 25 (quarta-feira), para reunião ordinária, na Câmara. Além disso, no dia 2, participa, em Brasília, do XXIII Fórum Parlamentar Brasil-Europa, que terá como tema “os desafios de formulação de políticas comerciais e sociais frente à soberania globalizada”.

Fonte: Itupeva Agora

Miguel Haddad defende a saída de Waldir Maranhão

Dep. Miguel Haddad (PSDB) defende a saída de Waldir Maranhão da presidência da Câmara.



Vídeo oficial: Parlatube, Youtube (18/05/2016)

Deputado fala sobre mudanças na política nacional

Em entrevista à rádio Difusora, Miguel Haddad comenta a situação política no País com o afastamento de Dilma Rousseff.



Fonte: Rádio Difusora Jundiaí, Soundcloud (16/05/2016)

Consumo no Brasil volta aos níveis de 2010

Em seis anos, os brasileiros deixaram de gastar em produtos e serviços, em termos reais, o equivalente a R$ 1,6
trilhão, o que representa, em dólares, um valor próximo ao do PIB argentino.
Com as famílias endividadas e o fantasma do desemprego rondando a economia, o consumo – que já foi o motor de crescimento do País – deve chegar ao fim deste ano no mesmo nível de 2010, se descontada a inflação. A expectativa para 2016 é que o total de gastos dos brasileiros com produtos e serviços chegue a R$ 3,88 trilhões, segundo projeções da IPC Marketing – seis anos atrás, em números reais, era de R$ 3,87 trilhões. Em 2014, essa cifra chegou a R$ 4,3 trilhões.
“A queda que houve em 2015 e a que é esperada para este ano anulam o crescimento que ocorreu entre 2011 e 2014”, diz Marcos Pazzini, responsável pelo estudo e diretor da consultoria. Pelos cálculos da IPC, a perda de consumo real acumulada nesse período – ou seja, o que o brasileiro deixou de comprar, já levando em conta a queda esperada para 2016 – chega a R$ 1,6 trilhão, ou US$ 470 bilhões. Esse número é superior ao PIB da Colômbia em 2014 (US$ 377 bilhões) e fica pouco abaixo do PIB da Argentina também em 2014 (US$ 537 bilhões).
O consumidor, na prática, vê isso no dia a dia. O carrinho de supermercado não é mais o mesmo, o plano de trocar de carro ou de comprar um imóvel foi adiado, as férias no exterior voltaram a ser uma meta de longo prazo. “Uma das diferenças dessa crise é que, agora, o brasileiro tem uma sensação de perda muito maior”, diz Renato Meirelles, do instituto Data Popular.
Por quatro anos consecutivos, de 2011 a 2014, a taxa de crescimento do consumo das famílias superou o desempenho do PIB. No ano passado, pela primeira vez, o consumo caiu 4% e superou a retração do PIB, de 3,8%. Para este ano, a projeção é de uma queda de 3,3% no consumo, enquanto a retração do PIB é prevista em 3,5%.
Gastos. Dependendo de como os números são olhados, o desempenho do consumo pode ser ainda pior. Para 16 de 22 categorias de produtos analisadas, o consumo é ainda mais baixo que o nível de 2010. Entre elas, estão despesas com vestuário, recreação e cultura, mensalidades escolares, alimentação no domicílio e gastos com viagens.
O que aconteceu no setor automotivo é emblemático para entender esse processo de ascensão e queda do consumo, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. “O governo não entendeu que a demanda começou a cair e continuou estimulando a capacidade de produção”, diz. Hoje, as montadoras estão preparadas para produzir 5 milhões de unidades por ano, mas fazem apenas 2 milhões. No setor, as estimativas são de que se leve pelo menos uma década para retomar os níveis recordes de venda.
Em quanto tempo o mercado consumidor como um todo vai se recuperar é uma previsão que os economistas ainda não conseguem fazer. “As famílias estão muito endividadas. Primeiro, terão de pagar suas contas para depois voltar a consumir”, diz Zeina Latif, economista chefe da XP Investimentos. “Será uma recuperação lenta.”
O caminho, dizem os economistas, pode ser mais curto do que se imagina se a equipe do presidente em exercício Michel Temer conseguir, como vem dizendo, retomar a confiança do mercado.
“Esse é um fator que não é possível medir, mas pode ser um acelerador”, diz Adriano Pitoli, da consultoria Tendências. Essa, diz ele, é Consumo no Brasil volta aos níveis de 2010 uma forma de subir o abismo de elevador e recuperar parte do mercado consumidor com certa agilidade. Os últimos andares, no entanto, só dá para subir de escada e os degraus não facilitam. “É preciso estabilizar a economia, fazer o ajuste fiscal, reduzir taxa de juros, controlar a inflação, não tem outra saída.”



Fonte: Consumo no Brasil volta aos níveis de 2010, Estadão (15/05/2016)

Oposição crê em impeachment e já estuda propostas a Temer

Com reuniões estratégicas previstas para esta terça-feira (26) em Brasília e o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) em análise pela comissão do Senado, o líder da oposição na Câmara Federal e ex-prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB), diz que irá defender dentro da base tucana o encaminhamento de propostas ao eventual governo Michel Temer (PMDB). Segundo Miguel, nesta terça-feira (26), em reunião da bancada tucana, serão discutidas a possibilidade de apoio ao futuro governo e a forma de encaminhar as pautas.

“Eu entendo que temos que apoiar o próximo governo. Isso é indiscutível. Defendo que devemos apresentar propostas para o País e ver como o novo governo interpretará isso. Não sabemos se irá acolher ou não, mas defendo que façamos este encaminhamento. Eu farei essa defesa dentro do partido”, disse Miguel, nesta segunda-feira (25), ao JJ Regional.

Entre as propostas, já ditas por Miguel, estariam a redução de ministérios e criação de mecanismos para maior transparência. Nesta terça-feira (26), em Brasília, o tucano deve se reunir com líderes dos partidos de oposição na Câmara e, à tarde, terá a reunião com a bancada do PSDB que deve contar ainda com a participação de alguns senadores. Conforme noticiado pela Folha de S.Paulo, a comissão especial do Senado que irá analisar o impeachment deve fazer sua primeira reunião também nesta terça-feira (26). Os 21 titulares e 21 suplentes do grupo foram eleitos nesta segunda-feira (25).

Ainda nesta terça-feira (26) será realizada a eleição do presidente e do relator da comissão do Senado, às 10 h. Indicado para a presidência do colegiado, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) presidirá a sessão por ser o integrante mais velho da comissão, mas depois terá que passar o cargo para o segundo mais idoso, enquanto é feita a eleição para o cargo de presidente, para o qual o próprio Lira é cotado.

Neste contexto, ainda segundo Miguel, nesta terça-feira (26) será ampliada a discussão do PSDB sobre como se posicionar diante de um governo peemedebista. “Deveremos ter um norte e uma visão mais clara da posição do partido. Muitos deputados e senadores da bancada ainda se dividem entre integrar ou não o governo. Temos que acertar algumas arestas e devemos ter um encaminhamento único”, disse. Para o tucano, o afastamento da presidente Dilma (PT) é certo. “Há uma manifestação muito clara de que será acolhida a denúncia”, disse.

Segundo publicado, nesta segunda-feira (25), pela Folha de S.Paulo, apenas 39 senadores declararam ao veículo que votarão favoráveis ao impedimento definitivo de Dilma (PT), enquanto 50 senadores afirmam que votarão pela admissibilidade do processo no Senado. A presidente será afastada por 180 dias após a aceitação do impeachment na Casa com votação prevista para 12 de maio. Para isso, são necessários votos de 41 dos 81 senadores.

Economia - Diante das possíveis mudanças, Miguel ainda diz que a economia deve ser retomada. “A questão da economia depende de credibilidade. Entendo que com o afastamento da presidente, teremos um cenário pouco mais confiável e seguro e naturalmente as coisas começam a melhorar”, afirmou.

Fonte: Jornal de Jundiaí

Brazil’s lower house of Congress votes to impeach President Dilma Rousseff

Impeachment supporters celebrated a two-thirds majority vote in the lower house of Brazil's Congress to move forward an impeachment measure against President Dilma Rousseff. Crowds flooded the streets as the vote now heads to Brazil's Senate. (Jenny Starrs/The Washington Post)


BRASILIA — President Dilma Rousseff lost a crucial impeachment vote in Brazil’s lower house on Sunday evening, making her removal ever more likely and deepening the country’s political crisis less than four months before the opening ceremony of the Summer Olympics in Rio de ­Janeiro.


Rousseff’s opponents easily obtained the two-thirds majority of votes in the 513-member Chamber of Deputies needed to pass the impeachment measure. Voting one by one in a rollicking marathon session broadcast live on television to a rapt Brazilian public, the pro-impeachment lawmakers celebrated wildly on the floor of parliament as they vaulted past the minimum threshold needed to repudiate her.


“To rescue the hope that was stolen from the Brazilian people, I vote yes,” said Shéridan de Anchieta, one of the many anti-Rousseff lawmakers whose statements brought rowdy applause and jeers to the chamber. One lawmaker fired confetti into the air from a toy pistol after voting to sack the president.



The cascade of votes to boot Rousseff from office less than two years after her reelection was a powerful display of her abject political collapse and the extremes of her unpopularity. Rousseff, 68, is the hand-picked successor of iconic former president Luiz ­Inácio Lula da Silva, and their leftist Workers’ Party once seemed unassailable as it led Brazil through a period of prosperity that lifted tens of millions out of poverty.



Brazil sets impeachment vote on President Dilma Rousseff


[...]


“It was a battle,” said Miguel Hadad, an opposition leader who voted for Rousseff’s removal. “So it is a moment of satisfaction for us, and also for the millions who went to the streets to demand impeachment.”


(Tradução by Michelle Maia) Miguel Hadad diz que foi uma batalha e que nesse momento há uma sensação de satisfação entre os políticos e também das milhares de pessoas que foram às ruas pedir o impeachment


Lindberg Farias, a Rousseff ally in the senate, said that the politicians who could end up in power would frighten Brazilians, and that the president could prevail in the upper house, where a vote has yet to be scheduled.


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"Brazil’s lower house of Congress votes to impeach President Dilma Rousseff", Washington Post (17/04/2016)

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