Fechamos 2016 participando de uma conversa na rádio Cidade.

Fechamos 2016 participando de uma conversa na rádio Cidade com o jornalista Cícero Henrique, o economista Mariland Righi e o gestor de Governo e Finanças da Prefeitura de Jundiaí, José Antônio Parimoschi. Na pauta, a situação fiscal da Prefeitura e o novo governo do prefeito Luiz Fernando Machado, que tomou posse neste dia 1º.




Números negativos do setor imobiliário são “reflexo natural” de crise deixada pelo PT, diz Miguel Haddad

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Apesar de o quadro de recessão econômica ter sido amenizado com as medidas tomadas pelo governo do presidente Michel Temer, a crise continua afetando diretamente os rendimentos dos brasileiros nos mais diversos setores. Entre eles está o mercado de aluguéis de imóveis residenciais, cujos valores médios completaram 18 meses consecutivos de queda em outubro, segundo levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o portal Zap.

Como revela matéria publicada pelo G1 nesta quinta-feira (17), em outubro, o recuo no valor médio cobrado pelo metro quadrado alugado no país foi de 0,17% na comparação com setembro. No acumulado de 2016 até o décimo mês do ano, a queda é ainda maior, de 3,8%. Ao considerar a inflação total do período, de 7,87%, este número aumenta para 10,82%. Segundo o estudo, o preço médio do aluguel, por metro quadrado, nas 11 cidades avaliadas foi de R$ 30,03.

Na avaliação do deputado federal Miguel Haddad (PSDB-SP), os números negativos apresentados pelo mercado de aluguel de imóveis no país é apenas um dos vários reflexos da crise vivida de maneira geral pelo país por conta dos erros cometidos pelos governos petistas de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva na condução da política econômica.

“A crise no mercado imobiliário é reflexo da crise econômica nacional. A queda dos aluguéis se deve, principalmente, a um grande número de imóveis desocupados, que vinham sendo ocupados até um ano atrás, aproximadamente, dois anos, e agora estão vazios. Isso se deve à queda da economia como um todo”, afirmou o tucano, ressaltando ainda os esforços da gestão Temer para equilibrar as contas do país e recuperar a estabilidade econômica.

“Nós sentimos a grande dificuldade de estancar isso – os problemas relacionados a economia, a queda que vinha acontecendo – e tentar iniciar um processo de recuperação, que é o que o governo Michel Temer vem fazendo”, ponderou o parlamentar. “A queda dos alugueis é o reflexo natural do quadro nacional, que se deve a uma gestão irresponsável, inconsequente, nesses últimos 13 anos de PT”, completou Haddad.

Queda nas vendas

Além do quadro desfavorável do mercado de aluguéis, a venda de imóveis no Brasil também vem sendo afetada diretamente pela crise econômica. De acordo com estudo feito pela Fipe em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), cujos dados foram publicados em matéria do G1, o número de imóveis vendidos em setembro deste ano foi 5% ao registrado no mesmo mês de 2015.

No acumulado dos últimos 12 meses, a queda no número de vendas foi ainda maior, de 12,7%, no confronto com igual período do ano anterior. Já no somatório do ano até setembro, foram vendidos 76.414 imóveis no país, número 10,6% inferior visto nos nove primeiros meses de 2015.

Fonte: PSDB

A convite do governo americano, Miguel Haddad participa de seminário em Washington

No próximo domingo (6), o Deputado Federal Miguel Haddad (PSDB/SP) participará em Washington, do evento “US Election Program”, uma iniciativa da International Foundation for Electoral Systems - IFES, uma fundação norte-americana sem fins lucrativos dedicada ao estudo e à promoção de processos eleitorais democráticos em todo o mundo, operando atualmente em 135 países.

O fórum inclui a “GEO-7 Conference”, um seminário de debates que, entre outros temas, abordará questões como o uso de dados e tecnologias para ampliar a transparência e a melhor definição de responsabilidades no processo eleitoral.

Segundo Miguel Haddad, “Como membro de uma das comissões que estão analisando na Câmara Federal itens da Reforma Política, recebi do governo dos Estados Unidos o convite para participar desse evento, que certamente poderá ser útil para a nossa discussão sobre a reforma política nacional, na medida em que nos permitirá conhecer experiências nessa área postas em prática por diversos países”.

O evento será precedido de uma reunião com o representante do Departamento de Estado Americano, Michael Fitzpatrick, e incluirá ainda visitas aos locais de votação no dia das eleições presidenciais norte-americanas, disputadas pela senadora Hillary Clinton e o empresário Donald Trump.

Para Miguel Haddad a Reforma Política em andamento no Congresso é parte das mudanças que vêm sendo promovidas, desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “As mudanças – afirma – são uma exigência da população brasileira. Tiveram início com o afastamento da ex-presidente Dilma, a cassação de Eduardo Cunha, a recente aprovação da PEC 241 e deverão continuar, com a aprovação das 10 Medidas Contra a Corrupção - que estão sendo analisadas por uma comissão da Câmara Federal e serão em breve encaminhadas para votação - o fim do fórum privilegiado, a inclusão dos parlamentares nas medidas a serem propostas pela reforma da previdência, entre outras mudanças significativas que permitirão ao Brasil enfrentar a crise, a maior da nossa história, e voltar ao caminho do desenvolvimento em um país melhor”.

Para mais informações sobre o evento. Acesse aqui

Entrevista Rádio Metrópole



Após aprovação da PEC 241, em segundo turno nesta terça-feira (25), o Deputado Miguel Haddad foi entrevistado pelo radialista Mário de Mello Kertész, da rádio Metrópole da Bahia. Na entrevista Miguel coloca a PEC no mesmo patamar de legislações importantes para a economia brasileira, como a Lei da Responsabilidade Fiscal. Segundo o deputado, para que fique clara a importância da PEC 241, basta dizer que se essa lei existisse antes, o PT não teria feito o que fez .

Pronunciamento na tribuna da Câmara

 

"Como é possível que um presidente da república diga que não sabia de nada acerca do desvio de dinheiro público que pode chegar a cem bilhões em sua gestão? Essa é a defesa de Lula ás acusações da Lava Jato!

Em discurso no plenário da Câmara, nesta terça feira (20), denunciei o completo absurdo de mais essa tentativa do PT de enganar a população brasileira."

Gráfico das Pedaladas



A Lei da Responsabilidade Fiscal, que regulamenta o uso do dinheiro público por parte do Governo Federal, foi criada no Governo Fernando Henrique para evitar que os presidentes, para ganharem eleições, gastassem mais do que podiam e, com isso, deixassem dívidas para os seu sucessores.

 

O gráfico mostra que durante do Governo Fernando Henrique os gastos feitos pela Caixa, pelo Banco do Brasil, FGTS e BNDES – agentes financeiros, responsáveis diretos pelo pagamento dos custos dos programas do Governo – eram cobertos pelo Tesouro de forma imediata, dentro da dinâmica do sistema. No Governo Lula, também, até o último ano de sua gestão, quando começou a haver atrasos nesse repasse – o que configura pedalada – que chegaram ao paroxismo no governo Dilma Roussef.

Miguel Haddad participa de mesa redonda que discute saneamento básico

Como presidente da Subcomissão de Governança Metropolitana, o deputado Miguel Haddad (PSDB/SP), participou nesta terça feira (23) de uma mesa redonda onde debateu, junto com demais parlamentares e representantes do meio, sobre a situação do saneamento básico no Brasil.

Embora seja a 7ª economia mundial, conforme relatório divulgado em 2011 pelo Instituto Trata Brasil, o Brasil está em 112º no quesito saneamento básico. Desde então, como mostram os rankings das cidades brasileiras divulgados recentemente, não ocorreram mudanças significativas no setor.

A falta de esgoto e água tratada é uma das principais causas de mortalidade infantil e deficiência no aproveitamento escolar, uma injustiça na chamada “linha de partida”, que condena contingentes da população nacional, desde a infância, a permanecerem na base da pirâmide social.

Devido à gravidade dos dados nacionais, a reunião discutiu novas formas de financiamento para obras na área e possíveis concessões, que estimulem a participação da iniciativa privada no setor, entre outros tópicos relevantes referentes ao tema.

De acordo com Miguel Haddad “é necessário entender que o saneamento é um item da maior importância no contexto dos aglomerados urbanos. Para avançarmos na universalização do saneamento básico em nosso País precisamos contar com investimentos da iniciativa privada, e para isso, é necessário estabelecer regras claras para essa participação no setor. Em Jundiaí, onde fui prefeito por três vezes, conseguimos tratar 100% do esgoto coletado e temos uma concessão de absoluto sucesso, tanto que a previsão é que o Brasil, no ritmo atual, só atinja qualidade equivalente em 2053. Dados mostram que 20% das moradias em perímetro urbano não tem sequer banheiros”.

Participaram da reunião a diretora da COPASA, Sinara Meirelles; o presidente da COMPESA, Roberto Cavalcanti Tavares; o presidente da SANEPAR, Mounir Chaowiche; o diretor da COPASA, Francisco Eduardo de Queiroz Cançado; diretor da SABESP, Manuelito Pereira Magalhães Júnior; e representantes das empresas Consulting IIC, Infracon Engenharia e Comercio, Conata Engenharia, Elevo Group, Conster Construções e Cosatel Construções Saneamento e Energia.

10 Medidas Contra a Corrupção

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A proposta “10 medidas contra a corrupção”, elaborada pelo Ministério Público Federal como Projeto de Lei de iniciativa popular, que recebeu mais de 2 milhões de assinaturas, começa a tramitar na Câmara Federal. Nesta quinta (16) será instalada a Comissão Especial que irá analisar a proposta.
Veja aqui quais são as 10 propostas contra a corrupção: http://migre.me/u75Sn

Para exportar mais, Apex foca em grandes mercados

O governo pretende ser mais agressivo no esforço de ampliar exportações brasileiras para grandes mercados: Estados Unidos, União Europeia, China, Japão e Índia. E uma via importante para alcançar esse objetivo será convencer as empresas brasileiras a colocar um pé nesses mercados, seja por meio da instalação de subsidiária, de associações com empresas locais ou mesmo de franquias. Hoje, dois terços das exportações no mundo inteiro ocorrem dentro da mesma companhia.

Essa é uma das novas diretrizes de trabalho da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), que no governo do presidente em exercício, Michel Temer, foi incorporada à estrutura do Ministério das Relações Exteriores. Ela será comandada pelo embaixador Roberto Jaguaribe, que até então chefiava a missão diplomática brasileira em Pequim, na China.

Existem iniciativas para grandes mercados, mas falta a definição de ações mais abrangentes para o desenvolvimento de parcerias”, diz Rodrigo Azeredo, diretor do Departamento de Promoção Comercial e Investimento do Itamaraty – que será a principal interface do ministério com a Apex.

Algumas empresas brasileiras já se internacionalizaram há muitos anos, mas o governo avalia que ainda são poucas. “Investir e produzir localmente é uma estratégia mais duradoura de relação comercial”, diz Azeredo.

O governo quer identificar, para cada mercado, quais produtos deve oferecer, e de que forma. Para entrar de maneira eficiente no mercado chinês, por exemplo, é preciso fazer parceria com alguma empresa local. E usar como porta de entrada Hong Kong, que é uma área mais ocidentalizada. Lá, a presença brasileira pode se dar até mesmo com a venda de franquias, sugere o diplomata.

Mas a mira da internacionalização não está voltada só para os mercados grandes. Ela tem um papel até mais estratégico nos mercados em desenvolvimento, como a África. Lá, empresas brasileiras têm instalado fábricas em países como Angola e Moçambique e oferecido, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial capacitação de mão de obra.

Se ajudamos a criar a indústria, temos uma fatia do mercado”, comenta Azeredo. E, mais importante ainda, o País ajuda a criar as normas de fabricação desses bens. “Cada vez mais no mercado internacional, o que valem são as regras, as barreiras não tarifárias”, acrescenta.

Outra orientação já dada pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra, é fazer com que as iniciativas de promoção comercial caminhem com as negociações de acordos internacionais. De nada adianta abrir mercados e obter vantagens tarifárias se esse espaço não for explorado.

Como linha geral, o ministro quer que haja maior articulação entre Apex, Itamaraty e outras áreas de governo que atuam na promoção comercial, como o Ministério da Defesa, que apoia a exportação de aeronaves e armas, e o Ministério da Agricultura, que atua na venda de produtos agrícolas.

Faltava coordenação, e o resultado eram órgãos diferentes do governo fazendo trabalho duplicado. Havia também desperdício de dinheiro quando, por exemplo, a Apex contratava empresas para fazer, no exterior, um trabalho que poderia ser feito pelas embaixadas.

“As duas estruturas são complementares”, comenta Azeredo. Enquanto o Itamaraty tem uma grande rede no exterior (são 104 setores de promoção comercial em 81 países), a Apex dialoga bem com o setor produtivo brasileiro.

Há, porém, áreas de sobreposição que devem ser eliminadas ou reduzidas. Estão em análise, por exemplo, os nove escritórios da Apex no exterior. As ações da agência também são alvo de uma análise de custo e benefício para que se possa decidir quais serão mantidas.

Os gastos administrativos deverão ser enxugados. Segundo fontes, o Itamaraty pediu um levantamento sobre cargos de confiança na Apex, o que gerou rumores de demissões em massa. Porém, Serra não quer criar um clima de “caça às bruxas”. De acordo com a área técnica, são poucos os cargos ocupados por indicação política.

Fonte: Estadão

Empobrecimento Acelerado

Nos últimos anos, o PT não perdeu oportunidade de alardear o “incrível desenvolvimento social” ocorrido durante os dois governos de Lula e o primeiro mandato de Dilma Rousseff. Vendia-se como detentor do monopólio da preocupação social, preocupação essa que teria norteado as decisões do governo federal desde 2003. O partido teria cometido alguns equívocos – eufemismo para não admitir a prática de crimes –, mas tudo isso estaria desculpado pelos espetaculares resultados sociais transferidos a toda a população. A prova de tudo isso – assim dizia o esfarrapado discurso, que nada mais era do que dizer que os fins justificam os meios – estava na ascensão social de tantas famílias.

 
No entanto, até mesmo esse dado está agora desmoronando. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), quase 1 milhão de famílias desceu um degrau na escala de consumo entre 2015 e 2016. O patamar socioeconômico de 910 mil famílias mudou para pior, afirma o estudo Critério Brasil, que estima a renda permanente das pessoas a partir da posse de bens – banheiro, automóveis, eletrônicos e eletrodomésticos – e outros dados, como, por exemplo, se há empregado doméstico no domicílio, o grau de instrução do chefe da família e o acesso a alguns serviços públicos, como rua pavimentada e água encanada.

 
O estudo indica que, de 2015 para 2016, a classe que abrange famílias com renda média de R$ 4,9 mil (chamada de B2) perdeu 533,9 mil domicílios. Antes, essa classe representava 18,1% das famílias no País. Agora, são 17,3%. Especialistas reconhecem que essa faixa de renda é especialmente afetada pela crise pois seus integrantes são mais dependentes do emprego formal – têm eles maiores dificuldades em conseguir uma fonte de renda extra.

 
Também diminuiu a categoria dos que ganham em média R$ 2,7 mil (classe C1) – são 456,6 mil famílias a menos nessa faixa de renda. Consequentemente, houve aumento de pessoas nas faixas mais pobres. Na categoria das famílias com renda média de R$ 1,6 mil (C2), o incremento foi de 653,6 mil domicílios. E outras 260 mil famílias passaram a fazer parte das classes D e E, com renda média de R$ 768.

 
“Porcentualmente, esse movimento é pequeno. Mas, em termos absolutos, estamos falando em um acréscimo de 910 mil famílias nas classes pobres em apenas um ano. É um número expressivo”, afirmou Luis Pilli, um dos coordenadores do estudo.

 

"Segundo Pilli, o resultado causou surpresa pois “houve redução muito rápida do padrão de vida”. A velocidade do atual empobrecimento destoa do que se constatou em crises anteriores, quando as pessoas demoravam mais a abrir mão do carro ou mudar para uma casa menor, por exemplo. “São decisões que geralmente demoram algum tempo para serem tomadas”, reconheceu Pilli."

 
Além de atestar a gravidade da crise atual – longe está de ser ela mero reflexo de fatores internacionais, como continua insistindo em afirmar equivocadamente a presidente afastada Dilma Rousseff –, o acelerado empobrecimento também joga luzes sobre a natureza do tão apregoado progresso social promovido pelos governos petistas. Todos aqueles avanços que Lula orgulhosamente bradava como sólidas conquistas sociais – a compra do primeiro automóvel, a viagem de avião, etc. – estão se mostrando bem fugazes. Mais do que um sustentável desenvolvimento social, o que parece ter havido foi um aumento circunstancial da renda, revertido apenas em temporários bens de consumo.

 
É também evidente que a atual derrocada social não foi provocada por “políticas ortodoxas de direita”, como repetiu maliciosamente o PT na campanha eleitoral de 2014. A crise que afeta de forma tão contundente as famílias foi causada por decisões dos governos petistas. A culpa deve ser atribuída a esse estranho modo de governar – em que o interesse público é substituído pelos interesses partidários, e a lei e o bem-estar da população passam a ser meros detalhes.

Fonte: Estadão

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