A cidade dos parques

Jundiaí é hoje um dos pólos nacionais mais dinâmicos. Tem qualidade de vida e economia forte, capaz de gerar, continuamente, mais e melhores empregos, o que assegura aumento da renda familiar e nos permite olhar o futuro com confiança. Em itens importantes, como renda per capita, geração de empregos, saneamento básico, abastecimento de água, educação e preservação ambiental estamos entre as primeiras cidades do país.

Uma comparação entre a quantidade e a qualidade de parques existentes ontem e hoje na cidade nos dá um bom indicador do quanto avançamos.

Há oito anos Jundiaí contava apenas com o Parque de Corrupira e o Parque da Uva. Hoje temos o Parque da Cidade – que assegurou a preservação das margens da represa – o Jardim Botânico, o novo Parque Botânico Eloy Chaves e, dentro de alguns dias, o Parque Botânico Jardim Tulipas. No presente, estão sendo construídos o Parque Guapeva, o Parque Esperança, às margens do rio Jundiaí, o Parque Linear, que começa na divisa com Várzea Paulista e vai até Itupeva, o Parque Jardim do Lago e a extensão do Parque da Cidade, que vai margear quase toda represa. Outros mais estão sendo planejados, de modo a fazer de nossa Jundiaí a cidade dos parques.

O que poucos sabem é que os parques jundiaienses têm uma dupla importância. Além de assegurar lazer e preservação da natureza, fazem parte de um planejamento maior, de longo prazo, voltado para a melhoria do sistema de deslocamento na cidade. Esse planejamento inclui a criação do VLT ou Metrô leve, do BRT, linhas de ônibus que circulam em corredores com o mínimo de cruzamentos, de ciclovias e de espaços como os parques, que, na medida em que forem ampliados e integrados por corredores de alamedas e ciclovias, como já acontece entre o Parque da Cidade e o Jardim Botânico, tornarão agradável e prazeroso deslocamento por bicicletas ou a pé.

Esse é o caminho para a construção da Jundiaí do futuro: uma cidade com forte desenvolvimento econômico que seja, ao mesmo tempo, boa de se viver.

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